Estado português promove campanha de recolha de armas ilegais. amnistia aplaude mas lembra que há muito por fazer.
Estado português promove campanha de recolha de armas ilegais. amnistia aplaude mas lembra que há muito por fazer. Esta é uma boa notícia considera a amnistia Internacional (aI) mas “há ainda muito por fazer para contrariar um negócio internacional que eterniza os principais conflitos mundiais”.
O estado português vai levar a cabo uma campanha de recolha de armas ilegais. Os cidadãos que as possuam poderão entregá-las sem sofrer quaisquer consequências. as armas serão, ao que tudo indica, usadas pelas forças policiais servindo assim, para que o estado poupe na aquisição de material, informou o secretário de estado da administração interna, José Magalhães.
a presidente da secção portuguesa da amnistia, Teresa Noronha, salienta “já há muito tempo que a aI e a imprensa católica vinham a denunciar que Portugal poderá ser uma das placas giratórias do comércio internacional ilegal de armas para países em conflito”.
Considera esta responsável que “seria necessário ir ainda mais longe para travar o tráfico”, nomeadamente com a publicação de dados sobre o comércio legal de armas, de forma a combater “possí­veis desvios” para zonas de conflito.
Teresa Noronha defende que as armas entregues não venham a ser usadas mas destruídas. ” a destruição pública destas armas já tem acontecido noutros países e seria didáctica”, realçou. assinala esta responsável que os conflitos eternizados provocam a instabilidade mundial e “milhões de desalojados que não têm paz nem no seu próprio território e que vivem em situações de pobreza extrema”, como é o caso do Congo e do Sudão.

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