Estados-membros chegaram a acordo para prosseguir com o controlo ao embargo imposto pela ONU, após a conclusão da operação Sophia. a missão vai voltar a contar com a componente naval
Estados-membros chegaram a acordo para prosseguir com o controlo ao embargo imposto pela ONU, após a conclusão da operação Sophia. a missão vai voltar a contar com a componente navalOs países da União Europeia chegaram a acordo, esta segunda-feira, 17 de fevereiro, sobre uma nova missão para controlar o embargo de armas à Líbia, que suceda à operação Sophia ativada em 2015 devido à crise migratória, e de novo com uma componente naval. a operação Sophia estava a funcionar desde 2019 sem barcos e com o reforço de meios aéreos, devido à oposição do anterior governo italiano em acolher os migrantes resgatados no mar. agora, foram agregadas novas funções à operação, que também forma a guarda costeira líbia, controla a aplicação do embargo de armas imposto pela ONU e o tráfico ilegal de petróleo. Áustria e Hungria temem que o regresso dos barcos incentive a que um maior número de migrantes tente a perigosa travessia do Mediterrâneo, mas um diplomata assegurou que se a missão provocar uma afluência de embarcações de migrantes, será interrompida. Desde abril de 2019, o governo de acordo Nacional, reconhecido pela ONU, tem enfrentado a ofensiva do marechal Jalifa Haftar, apoiado pela Rússia, Egito e Emirados Árabes Unidos, para assumir o controlo da capital do país, Trípoli. a violência já levou mais de 170 mil pessoas a abandonar as suas casas.