é a maior área desmatada para um mês de janeiro, desde que o sistema de alerta entrou em funcionamento, em 2015. O perí­metro de floresta destruída ultrapassou os 280 quilómetros quadrados
é a maior área desmatada para um mês de janeiro, desde que o sistema de alerta entrou em funcionamento, em 2015. O perí­metro de floresta destruída ultrapassou os 280 quilómetros quadrados a desflorestação na amazónia duplicou no último mês de janeiro, em comparação com o mesmo mês do ano passado, tendo-se registado um aumento de 108 por cento, com mais de 280 quilómetros quadrados de floresta destruída, segundo informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Desde que entrou em funcionamento o sistema de alerta sobre o desmatamento por meio de imagens de satélite, em 2015, esta foi a maior área de desflorestação para um mês de janeiro. Em janeiro do ano passado, haviam sido destruídos 136 quilómetros quadrados de floresta. Recorde-se que, recentemente, os dados do INPE mostraram um aumento de 85 por cento no desmatamento da amazónia em 2019, o equivalente a 9,1 mil quilómetros quadrados. No verão passado, Ricardo Galvã, então presidente da instituição e considerado um dos cientistas mais importantes do ano, foi demitido do cargo depois de ser acusado de ter exagerado sobre a gravidade dos desmantamentos. a semana passada, o Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, aprovou e enviou ao Congresso um projeto de lei que permitirá a mineração em terras indígenas, o que, segundo muitas organizações de defesa do ambiente poderá incentivar a desflorestação.