Estado deve cumprir as suas obrigações com os órgãos da imprensa de inspiração cristã, prestadores de serviço público.
Estado deve cumprir as suas obrigações com os órgãos da imprensa de inspiração cristã, prestadores de serviço público. “Importa que o estado cumpra e seja rigoroso nas suas regras”, afirmou Luís Santos, na abertura do 6º Congresso da aIC, associação da Imprensa de Inspiração Cristã, subordinado ao tema “Imprensa de Inspiração Cristã: Novos Caminhos”.
Consciente das dificuldades da imprensa na “aposta permanente em espaços inovadores de fidelização e de contacto com os outros” e na “reestruturação da oferta”, o professor da Universidade do Minho defendeu a necessidade de o estado “cumprir o que está estabelecido”, apontando o exemplo da publicidade institucional.
Referindo-se ao futuro estatuto do jornalista, ainda em negociações, o orador antevê algumas dificuldades de diálogo com o ministro da tutela, augusto Santos Silva.
Como fazer serviço público, sem cair na subjugação do poder político? à questão colocada no espaço de debate, Luís Santos respondeu que o poder político assumiu a tradição de “apropriação”. Explicou com o 25 e abril: “a forma como o estado manteve a Rádio Televisão Portuguesa e a Rádio Difusão Portuguesa é a mesma antes e depois”, não se fazendo notar diferenças significativas.

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