Presidente do Conselho autárquico da Beira, em Moçambique, esteve em Lisboa a apresentar o projeto de reabilitação da cidade, atingida pelos ciclones Idai e Kenneth. agradeceu a ajuda prestada por Portugal mas confessou que é preciso mais
Presidente do Conselho autárquico da Beira, em Moçambique, esteve em Lisboa a apresentar o projeto de reabilitação da cidade, atingida pelos ciclones Idai e Kenneth. agradeceu a ajuda prestada por Portugal mas confessou que é preciso maisas autoridades moçambicanas vão precisar de mais de 800 milhões de euros para financiar a reconstrução da cidade da Beira, atingida pelos ciclones Idai e Kenneth, já conseguiram um terço da verba, mas continuam em contactos para assegurar os restantes dois terços, revelou esta quarta-feira, 29 de janeiro, em Lisboa, o presidente do Conselho autárquico da Beira. Os portugueses não vão conseguir contribuir para tudo sozinhos. Mas queremos que a comunidade internacional dos doadores o faça. E têm vindo a fazer a conta-gotas e cada um de sua forma. Os portugueses fizeram o seu trabalho, mas também podem ajudar junto de outros países europeus, do Banco Europeu e de outras instituições, afirmou Daviz Simango, sugerindo que o papel de Portugal podia ser o de um padrinho. Em declarações à agência Lusa, o responsável explicou que o financiamento já assegurado foi conseguido através do Banco Mundial, de ajudas da Holanda, da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLa), de municípios portugueses e de um banco alemão. agora, a luta é por conseguir os restantes dois terços da verba. Em todo este processo, Simango manifestou-se reconhecido pelo apoio que o povo moçambicano tem recebido de Portugal, mas lembrou que há ainda muito por fazer. Vim agradecer a solidariedade dos portugueses e de toda a comunidade portuguesa pelo esforço que fizeram e lembrar-lhes que ainda estamos num processo de reconstrução e apelar-lhes para que continuem a empenhar-se, porque a Beira ainda precisa de muito mais, declarou o responsável autárquico.