Depois de oito anos consecutivos em que o maior número de mortes se registou nos Estados Unidos da américa, o continente africano passou a liderar a lista, a partir de 2018
Depois de oito anos consecutivos em que o maior número de mortes se registou nos Estados Unidos da américa, o continente africano passou a liderar a lista, a partir de 2018Durante o ano passado, foram assassinados 29 missionários em todo o mundo, a maioria deles em África, o continente que passou a registar o maior número de mártires desde o ano de 2018, revela a agência Fides. Os dados consideram missionário todo o batizado comprometido com a vida da Igreja, que morreu de forma violenta. Segundo as informações recolhidas, em 2019 foram mortos 18 sacerdotes, um diácono permanente, dois religiosos não sacerdotes, duas freiras e seis leigos. Em África registou-se o assassinato de 12 padres, um religioso, uma religiosa e uma leiga, na américa foram assassinados seis sacerdotes, um diácono permanente, um religioso e quatro leigos, na Ásia uma mulher leiga foi assassinada, e na Europa, foi morta uma religiosa. Neste balanço é ainda referido o facto de se estar a assistir a uma espécie de globalização da violência, já que, enquanto em 2018 os missionários assassinados se concentravam principalmente num país concreto ou zona geográfica, o ano passado o fenómeno pareceu mais generalizado. Foram registadas mortes em 10 países de África, em oito da américa, em um asiático e um europeu.