a abertura das zonas de fronteira e das linhas da frente continua a ser defendida pelo secretário-geral das Nações Unidas. Situação humanitária no país agravou-se em 2019 e atinge cerca de 11 milhões de pessoas
a abertura das zonas de fronteira e das linhas da frente continua a ser defendida pelo secretário-geral das Nações Unidas. Situação humanitária no país agravou-se em 2019 e atinge cerca de 11 milhões de pessoasO Conselho de Segurança das Nações Unidas está a renegociar a manutenção do actual dispositivo de ajuda humanitária à população da Síria, que expira no início do próximo ano e é feito através de quatro corredores: dois pela Turquia, um pela Jordânia e um pelo Iraque. Nas negociações, está em discussão um quinto corredor, através da Turquia. Para o secretário-geral da ONU, embora tenham sido feitos progressos na distribuição de ajuda humanitária dentro da Síria, a libertação das fronteiras e das linhas de frente continua a ser essencial. a ajuda humanitária fornecida mensalmente por agências das Nações Unidas inclui alimentos para cerca de 4,3 milhões de pessoas e tratamento médico para mais de 1,3 milhões de pessoas em todo o país, sublinha antónio Guterres. Num relatório enviado ao Conselho de Segurança, o líder da ONU refere que cerca de 11 milhões de pessoas continuam a precisar de assistência na Síria, onde a situação humanitária se agravou ainda mais em 2019, com a ofensiva militar turca no norte do país. Guterres reafirma ainda que tudo deve ser feito para evitar uma grande ofensiva militar em torno de Idlib, na região noroeste, um bastião que escapa ao controle do governo, onde vivem cerca de três milhões de pessoas.