a recolha de imagens e de testemunhos vai fazer parte da vida dos Romeiros de São Miguel nos próximos dois meses. O objetivo é elaborar uma candidatura a Património da Humanidade
a recolha de imagens e de testemunhos vai fazer parte da vida dos Romeiros de São Miguel nos próximos dois meses. O objetivo é elaborar uma candidatura a Património da Humanidade Os membros do Movimento de Romeiros de São Miguel, nos açores, iniciam neste mês de dezembro a recolha de imagens e de testemunhos para a criação de um acervo documental que possa proteger a memória deste movimento exclusivo e apoiar uma candidatura das Romarias Quaresmais a Património Imaterial da Humanidade, por altura dos 500 anos, em 2022.
É com sentimentos de muita alegria, fé e esperança que iniciamos a enorme e importante caminhada, referem os elementos do movimento, em nota. a recolha de testemunhos será levada cabo pelo romeiro Fernando Resendes e tem em vista salvar do esquecimento a ainda vasta tradição oral do Romeiro de São Miguel que naturalmente se vai transformando com o tempo. O registo deverá fazer referência à relação com a família, pernoitas, refeições, cânticos e orações, ao longo da romaria quaresmal.
O arranque de 2020 deverá ficar marcado pela contratação de um Técnico de Museologia e Património para pesquisar, recolher e criar um dossiê para enviar para oRegisto de Património Cultural Imaterial Nacional todo o acervo das romarias, desde o século XVI até à atualidade. Tal deverá acontecer em parceria com a Direção Regional da Cultura. É um trabalho de enorme importância cujo objetivo é o de congregar, registar e guardar para memória futura este valor patrimonial, religioso e cultural dos açores, escrevem os Romeiros de São Miguel.