Dirigente irá cumprir mais um mandato de quatro anos, tendo como principal preocupação a sustentabilidade das Misericórdias portuguesas e a criação de um novo modelo de apoio domiciliário
Dirigente irá cumprir mais um mandato de quatro anos, tendo como principal preocupação a sustentabilidade das Misericórdias portuguesas e a criação de um novo modelo de apoio domiciliárioManuel de Lemos irá ser reconduzido no cargo de presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), por mais quatro anos, numa cerimónia que decorrerá no próximo sábado, 7 de dezembro, no Centro João Paulo II, em Fátima. No programa eleitoral que propôs às Santas Casas, o dirigente apresentou como principal preocupação a sustentabilidade das Misericórdias, em termos de comparticipações justas para as diversas respostas sociais disponibilizadas à população. Embora tenha havido este ano uma atualização de 3,5 por cento nas comparticipações, a mesma não assegura a sustentabilidade das Misericórdias, que se debatem ainda com problemas para garantir de forma equilibrada e sustentada a sua missão junto da população, bem como para criar condições que permitam a melhoria das condições de trabalho e a formação contínua dos seus colaboradores, salientou Manuel de Lemos. Segundo os serviços de comunicação da UMP, a par da sustentabilidade, o dirigente defende ainda a importância de se procurarem soluções inovadoras, com destaque para a criação de um novo modelo de apoio domiciliário, mais adequado às necessidades da população idosa. a cooperação do setor social com entidades públicas e privadas, de ensino e investigação deve continuar a ser fomentada, a par da sensibilização do governo para a urgência da adoção de medidas públicas e respostas sociais que alterem o paradigma de apoio e intervenção social e que mudem de forma eficiente as políticas públicas para o envelhecimento, segurança social e saúde, destacou ainda Manuel de Lemos.