Protesto foi iniciado a semana passada, depois da polícia ter cercado a igreja de Masaya, para impedir uma celebração religiosa. Esta semana, nove mulheres juntaram-se ao movimento, na catedral de Manágua
Protesto foi iniciado a semana passada, depois da polícia ter cercado a igreja de Masaya, para impedir uma celebração religiosa. Esta semana, nove mulheres juntaram-se ao movimento, na catedral de ManáguaPelo menos nove mães de presos políticos juntaram-se esta semana à greve de fome que outras 11 mulheres iniciaram a semana passada, para exigir ao Presidente Daniel Ortega a libertação dos seus filhos. Este último grupo iniciou o seu protesto na catedral metropolitana de Manágua, enquanto as outras começaram na quinta-feira passada, 14 de novembro, na igreja de Masaya. Na paróquia de Masaya também há quatro pessoas, entre elas o pároco Edwin Román, que padecem de diabetes e sofrem um jejum forçado, depois do governo ter ordenado o corte imediato do fornecimento de água e electricidade à igreja onde se encontram. a polícia tem o templo cercado e impede a entrada de socorro. É inaceitável a detenção de pessoas que levavam água a quem está em greve de fome na paróquia de San Miguel de Masaya. Espero que se respeite a sua integridade pessoal e que sejam postas em liberdade rapidamente. Um acto humanitário não é um delito, declarou o bispo auxiliar da arquidiocese de Manágua, Silvio José Báez. Decidi juntar-me a esta greve de fome pelo que está a acontecer em Masaya, pela libertação de todos os presos políticos, pela libertação do meu filho, para que haja um novo Presidente, afirmou à imprensa local Dora Chavarria, momentos antes da polícia impedir o acesso dos meios de comunicação à catedral de Manágua.