Bloco comunitário mantém a hesitação em elevar as sanções, aplicando-as diretamente a Nicolás Maduro, para não fechar os canais diplomáticos
Bloco comunitário mantém a hesitação em elevar as sanções, aplicando-as diretamente a Nicolás Maduro, para não fechar os canais diplomáticos a União Europeia (UE) decidiu prorrogar por mais um ano o embargo de armas e as sanções impostas a 25 altos funcionários venezuelanos, perante as ações persistentes que minam a democracia, o Estado de direito e o respeito pelos direitos humanos na Venezuela de Nicolás Maduro. Em 2017, a Venezeula tornou-se no primeiro país latino-americano a ser alvo de sanções por parte da UE, através de um embargo de armas e sanções contra 25 funcionários do governo, os sete mais recentes em setembro último por torturas e violações dos direitos humanos. Segundo o Conselho da Europa, estas medidas são reversíveis e procuram contribuir para promover a adoção consensual de soluções democráticas para garantir a estabilidade política do país e permitir que a Venezuela atenda às necessidades prementes da população. apesar dos pedidos dos opositores ao atual regime e dos Estados Unidos da américa, o bloco comunitário, cuja política externa é decidida por unanimidade, tem hesitado em elevar a pressão ao máximo, com sanções a Nicolás Maduro, para não fechar os canais diplomáticos.