Greta Thunberg foi distinguida pelo Conselho Nórdico, por ter relançado o debate sobre o clima e inspirado milhões de pessoas, mas rejeitou o prémio em protesto pela falta de ação contra a crise climática
Greta Thunberg foi distinguida pelo Conselho Nórdico, por ter relançado o debate sobre o clima e inspirado milhões de pessoas, mas rejeitou o prémio em protesto pela falta de ação contra a crise climática a ativista sueca Greta Thunberg, promotora do movimento FridaysForFuture, rejeitou esta semana o prémio ambiental atribuído pelo Conselo Nórdico, como forma de protesto pela falta de ação contra a crise climática. O movimento climático não precisa de mais prémios, mas que os líderes e os políticos oiçam a ciência, justificou a adolescente. Representada na gala do Conselho Nórdico (CN) por Isabelle e Sophia axelsson, da secção sueca de FridaysForFuture, ambas encarregues de rejeitar o prémio de 350 mil coroas dinamarquesas (quase 47 mil euros), a jovem ativista acrescentou ainda que os países que integram o CN são os que mais podem fazer em termos ambientais, mas dificilmente fazem qualquer coisa. O Conselho Nórdico é composto pela Islândia, Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia, além dos territórios autónomos dinamarqueses da Groenlândia e das Ilhas Faroe, e åland (Finlândia). Recorde-se que, recentemente, Greta Thunberg foi homenageada com o chamado Nobel alternativo pela fundação Swedish Right Livelihood award e foi nomeada para o Prémio Nobel da Paz deste ano, que foi entregue ao primeiro-ministro da Etiópia, abiy ahmed, pela sua iniciativa de resolver o conflito na fronteira entre o seu país e Eritreia.