Comissão organizadora queixa-se de intolerância religiosa, racismo, atitudes vexatórias, que visam sobretudo os povos indígenas, e admite que estes atos podem subir de tom
Comissão organizadora queixa-se de intolerância religiosa, racismo, atitudes vexatórias, que visam sobretudo os povos indígenas, e admite que estes atos podem subir de tom a comissão organizadora da iniciativa amazónia: Casa Comum, um espaço de reflexão erguido em Roma para acompanhar o encontro sinodal convocado pelo Papa Francisco, emitiram um comunicado a denunciar os atos de vandalismo de que têm sido vítimas e que dizem ter como único objetivo afetar os povos indígenas. Lamentamos profundamente e denunciamos que nos últimos dias temos sido vítimas de atos de violência, que refletem a intolerância religiosa, o racismo, atitudes vexatórias, que afetam sobretudo os povos indígenas e demonstram um retrocesso para construir novos caminhos para a renovação da nossa Igreja, pode ler-se no documento. Segundo a comissão, a iniciativa amazónia: Casa Comum é o resultado de um processo de escuta pré-sinodal, que pretende mostrar a Igreja unida, comprometida e diversa, e onde se reúnem mais de 30 instituições católicas de vários países da américa do Sul, da américa do Norte e da Europa para acompanhar espiritualmente o Sínodo, partilhar realidades e dar visibilidade à experiência de ecologia integral, inserida nos povos e nos habitantes da amazónia. É uma iniciativa onde têm chegado muitas vozes, pensamentos, sonhos e testemunhos missionários, pastorais, sócio-ambientais e espirituais, trazendo a amazónia ao coração do Vaticano. a nossa presença e iniciativas têm sido sempre pacíficas, em atitude orante e pedindo a ação do Espírito neste processo sinodal, sublinha o comunicado, adiantando, que com base neste princípio, organizadores e participantes não vão responder a estas atitudes de violência.