Encontro foi planeado para preparar e capacitar profissionais de saúde, cuidadores, professores, formadores, pais e cidadãos a falar sobre a morte de forma aberta, terapêutica e transformadora
Encontro foi planeado para preparar e capacitar profissionais de saúde, cuidadores, professores, formadores, pais e cidadãos a falar sobre a morte de forma aberta, terapêutica e transformadoraO Instituto de Estudos avançados em Catolicismo e Globalização (IEaC-GO), em parceira com a Câmara Municipal de Viseu, vai promover as Jornadas Educar para a Morte, nos próximos dias 25 e 26 de outubro, no Seminário Maior de Viseu, para ajudar a lidar com um tema que é inevitável, mas sobre o qual não se pode falar de ânimo leve. Dada a sua dimensão existencial omniabarcante, a morte não pode ser silenciada: do ponto de vista antropológico, há abordagens da morte que, tanto quanto possível, são de certo modo preparatórias dela ou, até, terapêuticas, depois da sua ocorrência no meio envolvente do sujeito. Nesse sentido, a morte não é um tema de especulação, mas é objeto de aprendizagem: é preciso falar da morte, nunca é demais fazê-lo, e esse falar sobre a morte toca as vidas, ajuda a resolver situações de impasse, promove a interioridade da pessoa e ajuda-a a cicatrizar feridas, explicam os organizadores do encontro.com um painel de oradores diversificado e transversal a várias áreas, as jornadas estão dotadas de uma forte vertente prática e pedagógica, e foram planeadas para preparar e capacitar profissionais de saúde, cuidadores, professores, formadores, pais e cidadãos a falar sobre a morte de forma aberta, terapêutica e transformadora. a participação, que carece de inscrição, está limitada a um número máximo de 150 pessoas.