Desde que tomou o poder em 2002, o governo do presidente Kibaki continua quase paralisado, devido a casos reais ou imaginários de corrupção ao mais alto nível
Desde que tomou o poder em 2002, o governo do presidente Kibaki continua quase paralisado, devido a casos reais ou imaginários de corrupção ao mais alto nívelO governo do Quénia está como que atordoado. a coligação governamental arco-í­ris dissolveu-se no ano passado, aquando do referendo sobre a proposta de nova Constituição. Desde então a situação Política e social só tem deteriorado.
O grande cavalo de batalha é a corrupção, doença antiga e crónica, que vem desde a independência, em 1963, mas que se ia encobrindo como melhor se sabia e podia.
agora que as alianças políticas desmoronaram e cada um olha por si, apareceu de repente a febre das acusas e contra-acusas de corrupção. Embora todos os políticos ” os do governo e os da oposição ” quem mais quem menos, tenham contas a prestar, o facto é que quem governa está sujeito a um escrutí­nio mais apurado. O clamor para a demissão de vários ministros tornou-se ensurdecedor e, um a um, eles lá vão caindo.
Embora a situação seja desastrosa, especialmente, porque, quando falta a confiança falta também o desenvolvimento económico e social, mesmo assim há que dar graças porque este pode ser um momento de verdadeiro crescimento nacional.
Escândalos como os do passado já não vão ser possí­veis, depois da limpeza a que se está procedendo e, se tudo correr como se espera, as eleições de 2007 levarão ao poder cidadãos incorruptos e incorruptí­veis.
Viva a integridade Política e social. é já tempo que o Quénia e a África saiam do Círculo vicioso da corrupção, que tudo destrói e mata a esperança.

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