Missionário reage a mais um ato de violência que provocou a morte a um menino de três anos, apelando ao empenho da Igreja Católica na luta pela construção de um sistema educativo genuí­no e sólido
Missionário reage a mais um ato de violência que provocou a morte a um menino de três anos, apelando ao empenho da Igreja Católica na luta pela construção de um sistema educativo genuí­no e sólido a morte de um menino de três anos, causada na sequência de uma violação, transformou-se no “enésimo” episódio de violência na história recente da Costa do Marfim e despertou uma onda de indignação e raiva na população, que se vê cada vez mais afetada pela perda de valores e de pontos de referência, em particular no setor da educação. Na realidade, este acontecimento dramático, entre muitos outros, é a triste expressão de uma sociedade marfinense que sofre cada vez mais. É uma sociedade que não tem pontos de referência, em que os valores fundamentais se venderam ao silêncio insano e culpado e à falta de responsabilidade de alguns, assim como à feroz busca da fama, glória e riqueza, lamenta o padre Donald Zagore, da Sociedade para as Missões africanas. Segundo o missionário, citado pela agência Fides, o desinteresse total pela educação tem levado à morte e à perversão da moral e da própria sociedade. E para se combater este mal, é fundamental que sejam retomadas as bases fundamentais da educação em todas as suas formas e a todos os níveis. Só uma verdadeira educação, levada a cabo por homens e mulheres como modelos de um sistema educativo que inspira civismo e respeito, pode fazer o homem bom e perfeito. Nenhuma sociedade pode viver sem um sistema educativo genuíno e sólido. Voltemos a situar a educação no centro da nossa sociedade, curando-a de muitos males. Neste desafio, fundamental na Costa do Marfim, a Igreja deve multiplicar o seu ardor, apela o sacerdote marfinense.