Liga Operária Católica de Portugal junta-se ao movimento mundial para exigir aos Estados e às autoridades governativas que construam sociedades verdadeiramente humanas, onde os lucros gerados sejam colocados ao serviço do bem comum
Liga Operária Católica de Portugal junta-se ao movimento mundial para exigir aos Estados e às autoridades governativas que construam sociedades verdadeiramente humanas, onde os lucros gerados sejam colocados ao serviço do bem comum a Liga Operária Católica/Movimento de Trabalhadores Cristãos (LOC/MTC) está a convocar todos os cidadãos e trabalhadores portugueses para se unirem à Jornada Mundial pelo Trabalho Digno, no próximo dia 7 de outubro, na luta pela construção de uma sociedade mais humana, onde os bens e riquezas geradas estejam ao serviço do bem comum. Para superar a violação dos direitos associados ao trabalho, só há um caminho: reconhecer a primazia das pessoas sobre as coisas, do trabalho sobre o capital. Reconhecer isto, exige uma nova racionalidade política que coloque os Estados a organizar a sociedade em função de servir os trabalhadores mais empobrecidos, a justiça e todos os cidadãos, sublinha a organização em comunicado. Recorrendo a dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a LOC/MTC lembra que, em 2018, a maioria dos 3. 300 milhões de pessoas empregadas no mundo sofreram por falta de bem-estar material, de segurança económica e de igualdade de oportunidades e não tiveram suficiente desenvolvimento humano. Para a Doutrina Social da Igreja (DSI), o trabalho é um direito fundamental de toda a pessoa, é um bem e todos têm direito a um trabalho digno. a DSI defende a primazia do trabalho sobre o capital como um princípio fundamental. Os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e das suas famílias são o critério a partir do qual se deveria organizar o trabalho, as condições em que se realiza e, na realidade, toda a economia, acrescenta a LOC/MTC.