a violência e os deslocamentos forçados estão a privar os menores do acesso à educação. Uma em cada cinco escolas do país não pode ser utilizada
a violência e os deslocamentos forçados estão a privar os menores do acesso à educação. Uma em cada cinco escolas do país não pode ser utilizadaO Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) estima que dois milhões de crianças em idade escolar não têm acesso ao ensino no Iémen, sendo que meio milhão abandonou a escola devido ao agravamento do conflito no país. Os outros 3,7 milhões de menores matriculados têm o percurso escolar em risco, porque os professores não recebem salário há mais de dois anos. a violência, os deslocamentos forçados e os ataques estão a impedir muitas crianças de irem à escola.como os salários dos professores não são pagos há mais de dois anos, a qualidade do ensino também está em risco, denuncia Sara Beysolow Nyanti, representante do UNICEF no Iémen, em comunicado. a organização entregou o ano passado compensações financeiras a mais de 127 mil professores para ajudá-los a pagar as despesas de transporte e manutenção, restaurou mais de 1. 300 escolas e tem fornecido material escolar aos menores. No entanto, as carências e a insegurança são ainda muito significativas. Uma em cada cinco escolas continua sem poder ser utilizada. O conflito entre huthis e as forças governamentais já custou a vida a dezenas de milhares de pessoas, entre elas muitos civis. Cerca de 3,3 milhões de iemenitas estão deslocados e mais de 24 milhões, dois terços da população, necessitam de ajuda humanitária.