aPaV destaca trabalho da organização «Voices», que ao longo de 18 anos tem continuado a prestar «apoio concreto e efetivo» às carências das vítimas do ataque nos EUa
aPaV destaca trabalho da organização «Voices», que ao longo de 18 anos tem continuado a prestar «apoio concreto e efetivo» às carências das vítimas do ataque nos EUaO ataque que mudou a perspetiva da segurança global é lembrado esta quarta-feira, 11 de setembro, conforme destacam os serviços de comunicação da associação Portuguesa de apoio à Vítima (aPaV). Para o organismo nacional, a data recorda o pior atentado terrorista da história mundial contemporânea.
Em 2001, perto das 09h00, em Nova Iorque, nos Estados Unidos da américa (EUa), um avião embatia contra as Torres Gémeas (). Seria o início de um dia negro, que veio a vitimar milhares de pessoas e centenas de bombeiros e polícias, que se haviam prestado imediatamente para socorrer os que tentavam sobreviver a este ato de terror, lembra o organismo nacional.
Para a aPaV, os efeitos deste ataque ainda hoje são sentidos na circulação de pessoas e bens. além disso, o evento assinala o início de uma série de conflitos armados e uma nova perspetiva do terrorismo que passou a prevalecer como algo que passa a afetar o cidadão comum e não apenas alvos militares ou estratégicos. Passados 18 anos, este evento continua a marcar vítimas, seus/suas familiares e amigos/as, muito para além da cidade de Nova Iorque, salientam os elementos da associação.
O organismo português, através do trabalho conjunto que tem levado a cabo com organizações internacionais, junta-se neste dia à organização Voices of September 11th, que tem desempenhado um papel fundamental ao não fazer esquecer as vítimas deste atentado. Durante todos estes anos, a Voices tem garantido apoio concreto e efetivo às necessidades das pessoas afetadas pelo ataque. a dedicação da Mary Fetchet, fundadora da organização e mãe de uma das vítimas mortais do atentado, é um exemplo de determinação e entrega à causa das vítimas de terrorismo, destaca a aPaV.
Segundo o organismo luso, desde 11 de setembro de 2001 foram vitimados mais de 15 portugueses em diversos atentados terroristas, em várias partes do mundo, pelo que o apoio às vítimas é, mais do que uma necessidade, um direito.