Bispo de Bragança-Miranda está em Fátima ao longo de um dia, para orientar pelos caminhos da missão perto de 60 pessoas naturais de um conjunto diverso de países. O prelado lembrou que a Evangelização deve ser entusiasmada e feliz
Bispo de Bragança-Miranda está em Fátima ao longo de um dia, para orientar pelos caminhos da missão perto de 60 pessoas naturais de um conjunto diverso de países. O prelado lembrou que a Evangelização deve ser entusiasmada e felizQuase 60 pessoas, provenientes de diversos países, como Nigéria e Índia, prosseguem em Fátima, ao longo desta semana, a sua caminhada formativa no Curso de Missiologia. Depois de antónio Couto, bispo na diocese de Lamego, ter inaugurado a iniciativa na última segunda-feira, 26 de agosto, esta terça, 27, é vez de José Cordeiro, bispo na diocese de Bragança-Miranda, chegar até uma audiência tão diversifica, que o escuta ao longo de todo um dia, nas instalações dos Missionários da Consolata.

O prelado alertou já a sua audiência para o perigo de se fazer “caminho” de forma isolada. Sozinhos o mal vence sempre. Quando estamos sozinhos, pensando que nós somos capazes sozinhos, o mal vence sempre. O mal é sempre o espírito da divisão, da discórdia, da calúnia, da intriga, do protagonismo, do individualismo, de tudo isso, exemplificou o bispo nascido em angola, à semelhança de vários participantes daquele curso.

Perante uma audiência maioritariamente constituída por religiosos, uns com experiências missionárias e outros que as têm no horizonte, José Cordeiro lançou alguns reptos sobre o trabalho missionário e de Evangelização. Por amor propomos, não impomos. É a nossa presença, é a relação humana que contagia, e o contágio tem de ser entusiasmado e feliz, apontou o bispo que deixou o continente africano aos oito anos de idade, mas que o visita com bastante regularidade.

a intervenção de José Cordeiro é subordinada ao tema a missão em Portugal e desde Portugal, e é uma ocasião sugerir diversas leituras aos formandos. Leiam e releiam as Confissões de Santo agostinho’, não se vão arrepender. É daqueles livros que nós temos de ler duas e três e mais vezes, e que são, de facto, uma preciosidade na nossa vida. [Também] “O Diário da alma”, de São João XXIII, é fantástico, apontou o bispo. Na noite do segundo dia do curso, os participantes serão chamados a viver um momentos cultural.