ataque aéreo provocou a morte a ocupantes de ambulância. Nações Unidas lamentam o facto de trabalhadores humanitários continuarem a «pagar com as suas vidas os seus esforços para ajudar os outros»
ataque aéreo provocou a morte a ocupantes de ambulância. Nações Unidas lamentam o facto de trabalhadores humanitários continuarem a «pagar com as suas vidas os seus esforços para ajudar os outros» a quantidade de civis mortos cresce diariamente com o prosseguimento dos combates nos territórios sírios de Idlib e do norte de Hama, refere um comunicado do Escritório Regional Humanitário para a Crise da Síria, que reage às ofensivas aéreas em Ma”arat Humeh. Dois funcionários humanitários e um trabalhador das equipas de resgate morreram na passada quarta-feira, 14 de agosto, depois da ambulância em que seguiam ter sido destruída na região do sul de Idlib. as vítimas foram o paramédico e o motorista. Segundo Mark Cutts, vice-coordenador do Escritório Regional Humanitário para a Crise da Síria, mais de 500 mortes de civis foram registadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) nos últimos três meses e meio. Grande parte das vítimas perdeu a vida no decorrer de operações do governo sírio e seus aliados. Mark Cutts considera que a ofensiva aérea desta semana demonstra, mais uma vez, o horror em Idlib e no norte de Hama. Nessa região, residem três milhões de civis que continuam isolados e funcionários humanitários, equipas médicas e de resgate que continuam a pagar com as suas vidas os seus esforços para ajudar os outros, lamenta o responsável, citado pelos serviços de comunicação da ONU. Esses funcionários arriscam a sua vida para ajudar os civis presos nessa área, incluindo mulheres e crianças, doentes, idosos e pessoas com deficiências. as ações levadas a cabo na região englobam escavações em busca de pessoas debaixo dos escombros, o transporte de civis feridos para os hospitais, a prestação de cuidados médicos e a ajuda durante a fuga daquele território. Segundo Mark Cutts, nestas regiões aumenta a falta de segurança para todos aqueles que estão a arriscar tudo para ajudar as pessoas mais vulneráveis do mundo, que estão a ser atacadas.