autoridades norte-americanas garantiram o fim da medida sobre migração, mas há centenas de menores que continuam separados das famílias, segundo uma organização de direitos humanos
autoridades norte-americanas garantiram o fim da medida sobre migração, mas há centenas de menores que continuam separados das famílias, segundo uma organização de direitos humanos a União americana pelas Liberdades Civis (aCLU, na sigla em inglês) denunciou esta quarta-feira, 31 de julho, que existem pelo menos 911 casos de crianças separadas dos pais na fronteira entre o México e os Estados Unidos da américa, adiantando que 20 por cento destes menores são bebés ou crianças com menos de cinco anos. Na primavera, a administração norte-americana decretou a política de tolerância zero sobre a imigração ilegal, o que levou à separação de famílias na fronteira. a polémica medida foi anunciada, apesar de em junho de 2018 um juiz ter ordenado a reunião das famílias separadas, exceto nas circunstâncias em que os pais constituíssem um perigo real para as crianças. a Casa Branca garantiu entretanto ter posto fim a esta determinação, mas a aCLU documentou os mais de 900 casos, que enviou para o Tribunal Federal de San Diego, Califórnia, indicando que as autoridades acusaram vários migrantes de delitos menores para manter os filhos separados dos pais. É chocante saber que a administração Trump continua a separar bebés dos pais, afirmou Lee Galernt, advogado da aCLU, acrescentando que se trata de uma política cruel e ilegal. Visto que a situação se prolonga há quase um ano, a organização pediu ao tribunal da Califórnia para clarificar os critérios que estão a ser utilizados para manter um número tão elevado de separações familiares.