Decisão foi tomada pelo Conselho Nacional de Educação mas está a ser contestada pelos representantes das Igrejas e comunidades religiosas no país
Decisão foi tomada pelo Conselho Nacional de Educação mas está a ser contestada pelos representantes das Igrejas e comunidades religiosas no país a disciplina de religião vai deixar de ser obrigatória para os alunos chilenos do terceiro e quarto ano, o último ciclo de estudos antes do ingresso na universidade. a medida, tomada pelo Conselho Nacional de Educação, não agrada aos representantes das Igrejas e comunidades religiosas do país. Numa declaração publicada num jornal nacional, a Conferência Episcopal do Chile e os representantes das Igrejas Evangélica, Batista, Luterana, adventista e dos Santos dos Últimos Dias, alegam que passar de um plano formativo obrigatório para duas horas facultativas cria uma concorrência artificial e não equitativa, favorecendo a eliminação da disciplina do curso de estudos. Segundo os líderes religiosos, com esta medida, os estudantes ficam privados da possibilidade de uma formação integral e de um desenvolvimento ético, solidário e cultural que a própria lei geral da educação declara de seguir. Neste sentido, apelam ao Conselho Nacional de Educação que reconsidere a sua decisão, reconhecendo o ensino da religião como um espaço formativo privilegiado para cuidar e formar a dimensão espiritual, ética e moral de um estudante.