apesar da situação humanitária continuar a degradar-se, o enviado especial das Nações Unidas acredita que existe a possibilidade de se chegar a um acordo entre as partes ainda este ano
apesar da situação humanitária continuar a degradar-se, o enviado especial das Nações Unidas acredita que existe a possibilidade de se chegar a um acordo entre as partes ainda este ano O enviado especial da ONU para o Iémen, Martin Griffiths, afirmou esta semana ao Conselho de Segurança da organização que é viável acabar com a guerra no país a curto prazo, desde que se cumpra com o estipulado no acordo de Estocolmo. O rumo é claro e conta com o apoio internacional: deve implementar-se o pacto de cessar fogo em Hodeida e depois disso comprometer as partes de imediato para que cheguem a um acordo, esclareceu o diplomata. Segundo Griffiths, Hodeida é o ponto de partida do processo político, pois o progresso registado nesta região permitirá que as partes trabalhem juntas, seja na monitorização tripartida, na coleta de rendimentos ou na avaliação conjunta de possíveis violações do cessar fogo. Em relação à situação humanitária, o enviado especial referiu que se tem observado um avanço muito limitado nesta área, sobretudo na normalização da vida civil em Taiz, mas manifestou-se confiante que em breve se abra um corredor para a entrada de assistência.