Eucaristia no templo da Cova da Iria contou com a presença da «Luz da paz de Belém», transportada por escuteiros portugueses. a celebração marcou também a peregrinação dos cristãos de Beja a Fátima
Eucaristia no templo da Cova da Iria contou com a presença da «Luz da paz de Belém», transportada por escuteiros portugueses. a celebração marcou também a peregrinação dos cristãos de Beja a FátimaHá que ser capaz de superar o perigo da escravidão afetiva, que sob a roupagem do amor, não nos deixa livres para amarmos a Deus, como Ele nos amou, com a mesma disponibilidade e com a mesma liberdade, disse João Marcos, bispo na diocese de Beja, na Missa a que presidiu no Santuário de Fátima, na manhã do último domingo, 30 de junho.
O seguimento de Jesus não é para nos enchermos a nós mesmos, exige o esvaziamento de nós próprios e dos nossos projetos. Só assim seremos totalmente livres, disse o prelado a todos quantos o escutavam. a liberdade não se reduz a fazermos o que nos apetece; isso leva-nos a fecharmo-nos em nós mesmos, a pecarmos e a deixarmos de ser livres, alertou. a celebração contou com a presença dos participantes da Peregrinação da Diocese de Beja ao Santuário de Fátima. além de grupos de peregrinos de Portugal, a Eucaristia contou com a participação de grupos oriundos da Irlanda, Espanha e Itália.
Participaram ainda vários caminheiros do Corpo Nacional de Escutas, inseridos no Rayde 100, um evento que marca os 100 anos dos Caminheiros e Companheiros (os escuteiros dos 18 aos 22 anos), e que consiste numa caminhada, sob a forma de estafeta, que liga Manteigas a aveiro, durante a qual é transportada a Luz da paz de Belém, uma chama recolhida no passado mês de dezembro na Gruta da Natividade, na Palestina, e que passou pela primeira vez pelo Santuário de Fátima. ao transportarem essa chama até ao Santuário de Fátima, os Caminheiros pretenderam consagrar o escutismo a Nossa Senhora.