Presidente salvadorenho admite que se o país não conseguir oferecer «emprego digno» e um melhor acesso à educação aos seus cidadãos, o fluxo migratório em direção aos Estados Unidos da américa irá continuar
Presidente salvadorenho admite que se o país não conseguir oferecer «emprego digno» e um melhor acesso à educação aos seus cidadãos, o fluxo migratório em direção aos Estados Unidos da américa irá continuar O Presidente de El Salvador, Nayib Bukele, admitiu esta semana que o país tem que gerar mais e melhores oportunidades de emprego e de acesso à educação para conter o êxodo de emigrantes que se dirigem aos Estados Unidos da américa (EUa), na esperança de encontrarem uma vida melhor. Para o Chefe de Estado, a emigração está a revelar-se uma tragédia humana, como se veio a verificar, por exemplo, com o caso do salvadorenho que morreu afogado com a sua pequena filha, no passado domingo, 23, quando tentava atravessar o rio Bravo a nado para chegar a território norte-americano. Segundo Bukele, os salvadorenhos que decidirem abandonar o país sem documentação regular em direção aos EU a têm menos medo de sofrer um acidente, ou serem sequestrados no caminho, que de ficar em El Salvador. Eu partilho da mesma preocupação que o Presidente Trump, mas com uma razão diferente. Nenhum dos dois queremos emigração. Ele não quer que vão para seu país, e a diferença é que nós não queremos que vão, queremos eles aqui, em sua casa, que progridam aqui, e esse é nosso grande desafio, concluiu o governante.