Presidente de organização não governamental reclama uma voz mais ativa ao secretário-geral das Nações Unidas e o reforço da ajuda humanitária enviada para o país, onde um terço da população está a passar por dificuldades
Presidente de organização não governamental reclama uma voz mais ativa ao secretário-geral das Nações Unidas e o reforço da ajuda humanitária enviada para o país, onde um terço da população está a passar por dificuldades O presidente da organização não governamental venezuela accion Solidaria, Feliciano Reyna, reclamou esta semana uma intervenção mais ativa por parte das Nações Unidas na crise da Venezuela, alegando que o envolvimento do secretário-geral da organização traria razão e bom senso para a arena política. antónio Guterres, tem um papel a desempenhar e ele não está fazendo isso, lamentou o dirigente, sublinhando que o líder da ONU tem a estatura e a obrigação de expressar as suas preocupações e de pedir ao governo de Nicolás Maduro que permita uma abertura para a entrada de mais ajuda no país. Segundo Reyna, citado pelas agências internacionais, o secretário-geral Guterres não quer envolver-se na gritaria entre governo e oposição, mas sua voz seria importante para exigir um maior envio de apoio humanitário para a Venezuela, onde se estima que mais de 10 milhões de pessoas necessitam de ajuda, ou seja, um terço da população. a accion Solidária recebe atualmente entre quatro a seis toneladas de ajuda humanitária internacional por mês para distribuir no país, mas poderia estar a receber cinco vezes mais se o governo o permitisse. Esta questão, de resto, tem sido tema central da luta pelo poder entre o Presidente Nicolás Maduro e o líder da oposição Juan Guaidó, autoproclamado Presidente interino e reconhecido no cargo por mais de 50 países, entre eles, os Estados Unidos da américa.