Presidente da Cáritas Portuguesa saúda a instituição do dia em memória das vítimas dos fogos, mas lembra que se o país não fizer «frente a este flagelo» vai «comprometer as gerações atuais e futuras»
Presidente da Cáritas Portuguesa saúda a instituição do dia em memória das vítimas dos fogos, mas lembra que se o país não fizer «frente a este flagelo» vai «comprometer as gerações atuais e futuras»O Dia Nacional em Memória das Vítimas dos Incêndios Florestais é assinalado esta segunda-feira, 17 de junho, para recordar aqueles que perderam a vida em 2017, na sequência desta catástrofe natural, mas também por aqueles que sucumbiram ao flagelo dos incêndios florestais em Portugal noutras ocasiões, e para que tal não se volte a repetir.
Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas Portuguesa, saúda a iniciativa parlamentar que instituiu esta data, mas adianta que se Portugal não conseguir fazer frente a este flagelo, irá comprometer as gerações atuais e futuras. Este deverá ser um dia que nos recorde também da responsabilidade individual no cuidado com o bem comum e, concretamente, com a casa comum que é para nós este planeta, refere o responsável, num documento citado pela agência Ecclesia.
Eugénio Fonseca refere que não pode deixar de lembrar todos os que após esta catástrofe foram vítimas dos fogos e que aguardam ainda uma resposta das instâncias oficiais para superar o impacto causado, de que são exemplo as populações de Monchique. Segundo o responsável, o organismo que dirige tem trabalhado na qualidade da sua intervenção, e os membros da equipa de coordenação nacional que vão proceder à agilização do Plano Institucional de Resposta a Emergências e Catástrofes (PIREC) deram já início à sua ação.