a amnistia Internacional disse que os direitos básicos de milhares de prisioneiros das forças multinacionais no Iraque não são respeitados.
a amnistia Internacional disse que os direitos básicos de milhares de prisioneiros das forças multinacionais no Iraque não são respeitados. as lições do escândalo da prisão de abu Ghraib estão a ser ignoradas e continuam as torturas no Iraque, esta foi a conclusão a que chegou a amnistia Internacional (aI). a investigação que a organização de activistas dos direitos humanos realizou foi baseada em entrevistas a antigos prisioneiros.
O relatório afirma que as forças multinacionais e as autoridades iraquianas têm que tomar medidas urgentes para pôr termo aos abusos dos direitos humanos. é o único modo de lutar contra a crescente violência e movimentos sectários no país. Milhares de iraquianos estão detidos sem julgamento. “Manter na prisão este enorme número de pessoas sem processos legais é uma grande irresponsabilidade dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha”, disse Kate allen, directora da aI.
“Os detidos não têm um processo legal, desafiando a lei internacional e continuam a ser feitas fortes alegações de tortura”, continuou. antigos prisioneiros disseram à aI que foram espancados, sujeitos a choques eléctricos e obrigados a permanecer num quarto inundado com descargas eléctricas na água.
as provas de tortura pelas autoridades iraquianas continuam a amontoar-se, apesar de vários escândalos e promessas de investigação e tratamento adequado. O governo norte-americano e o britânico insistem que os prisioneiros são tratados de acordo com as leis internacionais.

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