Uma em cada 10 pessoas no mundo adoece todos os anos após ingerir alimentos contaminados. Os produtos inseguros podem conter bactérias, ví­rus, parasitas os substâncias quí­micas nocivas e provocar mais de 200 doenças diferentes
Uma em cada 10 pessoas no mundo adoece todos os anos após ingerir alimentos contaminados. Os produtos inseguros podem conter bactérias, ví­rus, parasitas os substâncias quí­micas nocivas e provocar mais de 200 doenças diferentes Várias iniciativas para promover a segurança alimentar como meta para todos, organizadas pelas Nações Unidas, assinalam o Dia Mundial da Segurança alimentar, que se celebra, pela primeira vez, esta sexta-feira, 7 de junho. Segundo a organização, todos os anos adoecem 600 milhões de pessoas após a ingestão de alimentos contaminados e 420 mil acabam por morrer. O tema da efeméride é a Segurança alimentar, questão de todos, e a ideia é destacar o papel da segurança alimentar em assegurar que os alimentos continuam seguros nas etapas da cadeia alimentar que vão desde a produção, a colheita, o processamento, o armazenamento, a distribuição, a preparação até ao consumo. Os alimentos inseguros podem conter bactérias, vírus, parasitas ou substâncias químicas nocivas e provocar mais de 200 doenças, que variam de diarreia até ao cancro. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), na ligação entre segurança alimentar, nutrição e segurança alimentar, os alimentos inseguros criam um círculo vicioso de doenças e de desnutrição, uma situação que afeta principalmente bebés, menores de idade, idosos e doentes. a organização aponta que entre os problemas provocados pelo consumo de alimentos está o impacto sobre o desenvolvimento socioeconómico, sobre sistemas de saúde e economias nacionais e áreas como turismo e comércio.