O programa «Saúde escolar» vai agora chegar aos Centros de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil dos açores, depois de já estar vigente no ensino regular e profissional. a iniciativa visa promover hábitos saudáveis e prevenir o consumo de álcool e tabaco
O programa «Saúde escolar» vai agora chegar aos Centros de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil dos açores, depois de já estar vigente no ensino regular e profissional. a iniciativa visa promover hábitos saudáveis e prevenir o consumo de álcool e tabacoO governo regional dos açores e a Cáritas da Ilha Terceira (CIT) assinaram um protocolo para apoiar e criar estratégias de melhoria da saúde por parte do Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil (CDIJ), no âmbito da Estratégia Regional de Combate à Pobreza e Exclusão Social. O protocolo permitirá a capacitação dos técnicos da instituição na área da promoção da saúde, e vai permitir o desenvolvimento de estratégias e ações concretas de apoio a jovens com problemas comportamentais, nomeadamente no âmbito das dependências de forma a garantir uma maior inclusão, explicou Rui Drumond, coordenador do CDIJ da CIT.
Em declarações ao portal Igreja açores, o responsável explicou que desde 2017 têm existido alguns casos de sucesso entre os jovens que acompanham, e que gostariam que as coisas pudessem ainda melhorar mais, e que o protocolo agora assinado dá ferramentas para isso. Para Rui Luís, Secretário Regional da Saúde, citado pelo portal do governo, o protocolo torna-se numaferramenta crucial, que tem por missão promover uma melhor saúde às gerações mais novas, onde se incluem os menores em condições vulneráveis, sedimentando competências em áreas como a alimentação saudável, a prevenção do consumo de álcool, de tabaco e de substâncias ilícitas, a educação sexual e até a saúde mental.
De acordo com os serviços de comunicação do governo dos açores, o programa de saúde escolar deverá chegar a dez CDIJ, abrangendo cerca de 500 jovens.com este acordo, assinado no final da última semana, é assegurada a partilha de práticas e de conhecimentos entre equipas técnicas no âmbito da intervenção com jovens em risco, destacou Rui Luís. O Centro de Desenvolvimento e Inclusão da Cáritas acolhe atualmente 17 jovens e tem mais 20 sinalizados.