activistas criticam a decisão do governo de fechar o primeiro centro de direitos humanos do país. O centro foi aberto a meados de Fevereiro com o apoio da União Europeia.
activistas criticam a decisão do governo de fechar o primeiro centro de direitos humanos do país. O centro foi aberto a meados de Fevereiro com o apoio da União Europeia. O director do centro e proeminente advogado dos direitos humanos, anwar Bunni, confirmou o encerramento há dois dias. “Este é um sinal para a União Europeia (UE) e outros países de que não há esperança de formar sociedade civil na Síria e promover mudança”, disse.
No centro era oferecido aconselhamento legal, apoio psicológico e formação sobre direitos humanos. Segundo o governo, o centro foi fechado por não ter recebido autorização oficial para funcionar. Nenhum membro do governo ofereceu qualquer explicação adicional.
Bunni descreveu o centro como uma “linha vermelha” que a sociedade civil não conseguiu ultrapassar. “Tenho a esperança de que a decisão seja reversí­vel e que possamos continuar a nossa luta. Esperamos que a UE continue a oferecer o seu apoio”.
a abertura do centro de direitos humanos a 23 de Fevereiro foi considerada fundamental para a frente local dos direitos humanos. aquando da abertura o chefe da delegação da UE para a Síria, Frank Hesske, disse que o objectivo era construir uma “Síria mais forte”. O centro, instituído para treinar advogados, jornalistas e outros em assuntos dos direitos humanos, visava “assegurar que as leis internacionalmente adoptadas no campo dos direitos humanos sejam colocadas em prática”.
apesar de alguns observadores afirmarem que os activistas dos direitos humanos podem agora trabalhar com mais liberdade, Damascos continua a ser fortemente criticado pelas organizações internacionais dos direitos humanos.

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