Moradores das comunidades beneficiadas vivem com pouco de mais de 40 cêntimos por dia. as taxas de desnutrição são elevadas e a falta de água potável tem potenciado a propagação de doenças
Moradores das comunidades beneficiadas vivem com pouco de mais de 40 cêntimos por dia. as taxas de desnutrição são elevadas e a falta de água potável tem potenciado a propagação de doenças Uma marca de água e um grupo empresarial do setor da restauração uniram esforços e construíram dois poços para fornecer água potável a cerca de 5. 000 pessoas das comunidades rurais de Mbao-Lubiji e Musakatshi, na região de Kasai Oriental, na República Democrática do Congo (RDC). a população das duas comunidades vive com pouco mais de 40 cêntimos por dia e depende da agricultura de subsistência. as elevadas taxas de desnutrição, aliadas à falta de água potável e de infraestruturas básicas, serviam de rastilho para a propagação da malária e de outras doenças infeciosas. Partindo deste exemplo, os responsáveis pelas empresas envolvidas no projeto alertaram para a importância do setor privado, dos governos, organizações não governamentais e sociedade civil na resposta aos desafios globais, como a luta contra a pobreza e a fome, a educação universal, o acesso a água potável e as alterações climáticas.