Bastaram três dias de chuva para que se pense já no fim da crise alimentar. Espera-se que as chuvas caiam, pelo menos durante, dois meses.
Bastaram três dias de chuva para que se pense já no fim da crise alimentar. Espera-se que as chuvas caiam, pelo menos durante, dois meses. as notícias que maior sensação causam aqui no Quénia são quase sempre acerca das necessidades primárias para a sobrevivência. Se chove há alimento, se não chove há carestia.
O país está a passar por um período crítico de carestia, mas, desde o primeiro dia de Março, caiu finalmente alguma chuva e renasceu a esperança. Não se sabe se se trata das chuvas de Março-abril, mas, sejam quais forem, são certamente bem-vindas.
Fico perplexo perante o fatalismo a que se submete este povo. Dias virão em que um José, à semelhança do José do Egipto, construirá celeiros e armazenará alimentos para os anos das vacas magras. Para já, falar disso é perder tempo.
Os políticos, que até ontem protestavam porque não existe um plano nacional de emergência alimentar, a partir de agora, deixam de mencionar esse assunto até à próxima carestia, embora esta ainda esteja longe de se poder considerar resolvida.
Razão tinha a Santa Sé quando, hí  quase cem anos, ao aprovar o estilo do Instituto Missionário da Consolata, considerava-o especial. Para além da evangelização, dedicava-se também à promoção humana para o bem estar daqueles a quem a Boa Nova era anunciada.

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