ao fazer o balanço da sua última visita apostólica, Francisco destacou a forma comprometida como o país acolheu e integrou na sociedade os migrantes e refugiados, durante o período crítico de 2015 e 2016
ao fazer o balanço da sua última visita apostólica, Francisco destacou a forma comprometida como o país acolheu e integrou na sociedade os migrantes e refugiados, durante o período crítico de 2015 e 2016 O Papa Francisco aproveitou a audiência publica desta quarta-feira, 8 de maio, para fazer uma balanço da sua visita apostólica à Bulgária e Macedónia do Norte, e pedir um aplauso aos milhares de peregrinos que se concentraram na Praça de São Pedro, no Vaticano, pela forma exemplar como os macedónios têm acolhido e integrado os migrantes e refugiados. Quis encorajar, acima de tudo, a sua tradicional capacidade de acolher diferentes pertenças étnicas e religiosas; bem como o seu compromisso em acolher e socorrer um grande número de migrantes e refugiados durante o período crítico de 2015 e 2016. acolhem-nos e amam-nos, isto é uma coisa grande deste povo, sublinhou o Pontífice. Poucas horas depois de concluir sua 29a viagem internacional, que o levou à Bulgária e Macedónia do Norte, entre domingo e terça-feira, Francisco passou em revista alguns dos momentos que mais o marcaram, evocando a memória viva de São João XXIII, que desempenhou missões diplomáticas da Santa Sé, em Sófia, durante uma década. O Papa disse ainda ter dado um passo em frente no encontro com o patriarca da Igreja Ortodoxa Búlgara, Neófito, e os membros do Santo Sínodo, e recordou, como um dos momentos especiais da viagem, a oração silenciosa diante da imagem sagrada dos dois santos irmãos Cirilo e Metódio (séc IX), que criaram um novo alfabeto e evangelizaram os povos eslavos. Na passagem pela Macedónia do Norte, o Santo Padre confessou ter sido acompanhado pela forte presença espiritual de Madre Teresa de Calcutá, e partilhou com os peregrinos a sua admiração pela ternura evangélica das irmãs de Santa Teresa de Calcutá, que apresentou como um belo exemplo. Nesta mulher, pequena mas cheia de força, graças à ação do Espírito Santo, vemos a imagem da Igreja naquele país e noutras periferias do mundo: uma comunidade pequena que, com a graça de Cristo, se torna um lar acolhedor onde muitos encontram alívio para a sua vida, sublinhou o Papa.