Confrontos já provocaram ferimentos em pelo menos 15 menores, com idades entre os 14 e os 17 anos. agência das Nações Unidas pede proteção para os que participam nas manifestações
Confrontos já provocaram ferimentos em pelo menos 15 menores, com idades entre os 14 e os 17 anos. agência das Nações Unidas pede proteção para os que participam nas manifestações a diretora executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância UNICEF), Henrietta Fore, manifestou-se preocupada esta quinta-feira, 2 de maio, com o perigo que enfrentam os jovens nas manifestações que nos últimos dias têm alastrado pelas ruas da Venezuela. Os protestos potencialmente violentos estão a expor os jovens a lesões e a danos, alertou a responsável. Segundo dados recolhidos pela a agência da ONU, nos confrontos de quarta-feira, pelo menos 15 menores, com idades entre os 14 e os 17 anos, ficaram feridos. No total, foram contabilizados 27 feridos e um morto (ainda sem confirmação oficial) na sequência das manifestações convocadas pelo líder da oposição ao regime, Juan Guaidó. as crianças e jovens da Venezuela devem poder desfrutar dos seus direitos à saúde, educação, proteção e participação de forma segura em todos os momentos, apelou em comunicado Henrietta Fore, recordando o pedido do secretário-geral da ONU para que as partes envolvidas tenham a máxima moderação. Entretanto, Guaidó, que é reconhecido como Presidente interino da Venezuela por mais de 50 países, e liderou na terça-feira um levantamento militar que não teve seguimento, prometeu continuar a libertar os presos políticos, depois de devolver à liberdade Leopoldo Lopez, um político condenado a 14 anos de prisão. Já o Presidente em exercício, Nicolás Maduro, assegurou ter derrotado um novo complot da direita que pretendia levar o país a uma guerra civil para controlar o poder, sublinhando que os golpistas ficaram sozinhos. Que a justiça faça a sua pátria. Não me tremerá o pulso, quando a justiça capturar e prender os responsáveis (… ) Eu jurei respeitar e fazer respeitar a Constituição e as leis e o direito à paz e à democracia de todo o povo da Venezuela, afirmou.