a Peregrinação de acólitos juntou na Cova da Iria milhares de crianças e jovens que se dedicam a este serviço. Na Missa que marcou o encontro, os mais novos foram chamados a ser corajosos em casa e na escola
a Peregrinação de acólitos juntou na Cova da Iria milhares de crianças e jovens que se dedicam a este serviço. Na Missa que marcou o encontro, os mais novos foram chamados a ser corajosos em casa e na escola a 23a Peregrinação Nacional de acólitos levou até ao Santuário de Fátima cerca de cinco mil acólitos de todos os pontos de Portugal, sob o lema Da Missa à missão – o acólito na comunidade. Coube a José Cordeiro, bispo na diocese de Bragança-Miranda e presidente da Comissão Episcopal de Liturgia e Espiritualidade, presidir à Eucaristia que marcou o encontro da passada quarta-feira, 1 de maio.
Quem verdadeiramente encontrou Cristo e se encontrou com Ele tem de O anunciar e testemunhar na simplicidade do quotidiano. Esta é a seriedade simples e bela da liturgia, explicou o prelado aos milhares de jovens que rumaram à Cova da Iria, lembrando São Francisco Marto, patrono dos acólitos de Portugal, no amor que este tinha à celebração e à adoração, e ao modo como vivia o ardor missionário no seu coração, testemunhando, com coragem e confiança, o que tinha visto e ouvido.
Não temos de ter medo! Temos de ser corajosos! Em casa, na rua, na escola, no desporto Nos vários lugares onde nos toca viver, frisou o prelado, que destacou também a centralidade da Eucaristia, e a importância do ardor missionário e da coragem para ir em missão. Que a coragem de arriscar pelo Evangelho nos conduza sempre do serviço da Missa ao serviço da missão, na Igreja e no mundo, porque a despedida de cada missa é sempre um envio e uma missão para que, “peregrinos na fé e na esperança, possamos irradiar, no mundo, a confiança e a alegria”, disse o bispo, citado pelos serviços de comunicação do Santuário de Fátima. a peregrinação foi organizada pelos membros do Serviço Nacional de acólitos.