a mobilidade no espaço da Comunidade dos Povos de língua Portuguesa pode vir a ser facilitada com a isenção de vistos até 30 dias e de vistos de curta duração para profissionais, investigadores e docentes
a mobilidade no espaço da Comunidade dos Povos de língua Portuguesa pode vir a ser facilitada com a isenção de vistos até 30 dias e de vistos de curta duração para profissionais, investigadores e docentesOs ministros dos países membros Comunidade dos Povos de Língua Portuguesa (CPLP) estão a estudar a possibilidade de fazer alterações às regras de mobilidade, para facilitar a circulação de cidadãos no espaço da CPLP. Há várias propostas em análise, com destaque para a que foi apresentada recentemente por Cabo Verde e que propõe a isenção de vistos até 30 dias, de vistos de curta duração para profissionais, investigadores e docentes, além de autorizações de residência. Os projetos têm a ver sobretudo com mobilidade. Isto é, a possibilidade de os cidadãos da CPLP circularem melhor no espaço CPLP. Isso tem a ver com a mobilidade de estudantes, com a mobilidade de empresários, tem a ver com a mobilidade dos cidadãos comuns. É um projeto ambicioso, que com certeza dará os seus frutos. E vem no sentido do que estava a referir: aproximar a CPLP aos seus cidadãos, revelou à agência Lusa o secretário executivo da organização, Francisco Ribeiro Telles. Segundo o diplomata português, a CPLP está muito valorizada no plano internacional, com cada vez mais países a quererem fazer parte, como associados. Somos nove Estados membros e 18 observadores associados e há um interesse internacional crescente pela CPLP, sobretudo no plano político e diplomático. agora, há que aproximar a CPLP das pessoas, adiantou. Neste momento, a CPLP integra como Estados-membros angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.