Governo japonês entregou 2,2 milhões de euros à Organização Internacional para as Migrações. Verba servirá para prestar auxí­lio a mais de 100 mil pessoas através dos serviços de saúde de emergência
Governo japonês entregou 2,2 milhões de euros à Organização Internacional para as Migrações. Verba servirá para prestar auxí­lio a mais de 100 mil pessoas através dos serviços de saúde de emergência Com mais de 3,6 milhões de pessoas deslocadas, uma economia que se desmorona e um sistema de cuidados de saúde sujeito a grande pressão, a crise humanitária no Iémen continua a agravar-se. Para minimizar o sofrimento das comunidades afetadas pelo conflito, o governo do Japão doou 2,2 milhões de euros à Organização Internacional para as Migrações (OIM), que poderão beneficiar mais de 100 mil pessoas. Segundo os responsáveis da OIM, a verba doada servirá para assegurar serviços de saúde básicos e vitais em dois hospitais e centros de saúde de cinco departamentos, através da melhoria do acesso a um pacote de serviços primários e de cuidados de emergência dirigido às comunidades mais vulneráveis, instaladas em locais isolados. Estamos realmente preocupados pela contínua deterioração da situação da saúde no Iémen devido ao prolongado conflito. Esta assistência à OIM serve para aliviar os iemenitas que sofrem com a atual situação, como parte de um novo pacote de esforços humanitários e de estabilização do Japão para os habitantes do Iémen, explicou o representante da embaixada japonesa no Iémen. Já o chefe de missão da OIM no país, Yemen David Derthick, destacou a importância desta ajuda, num momento em que a população enfrenta cada vez mais casos de cólera. O sistema de cuidados de saúde do país encontra-se praticamente num ponto de inflexão, enquanto as necessidades em matéria de saúde continuam a aumentar.como trabalhadores humanitários, é nosso dever aliviar este imenso sofrimento de todas as formas possíveis. Estes fundos servirão para garantir apoio à nossa assistência em matéria de saúde em algumas zonas de difícil acesso no Iémen, sublinhou.