” a urgência da evangelização da sociedade convida-nos a viver esta Quaresma como uma peregrinação interior”. Cristãos da diocese de Lisboa desafiados à peregrinação interior e à renúncia.
” a urgência da evangelização da sociedade convida-nos a viver esta Quaresma como uma peregrinação interior”. Cristãos da diocese de Lisboa desafiados à peregrinação interior e à renúncia. Os cristãos da diocese de Lisboa são convidados a “viver esta Quaresma na continuidade dos desafios da nova evangelização, conscientes da missão dos cristãos na cidade”.
Na mensagem para esta Quaresma, o cardeal patriarca de Lisboa, José Policarpo desafia os cristãos a realizarem uma peregrinação interior. Peregrinar é “atitude desprendida, que supõe austeridade e mesmo penitência. é aceitar contentar-se, durante um tempo, com o estritamente necessário. O peregrino é atraí­do por uma força interior e conduzido por uma luz superior. a peregrinação gera a harmonia da tranquilidade e da paz. Nesta Quaresma esta luz só pode ser a de Cristo ressuscitado, a apontar os caminhos da salvação”.
” a peregrinação interior é um caminho de conversão, de revisão do exercício da liberdade, de mudança de critérios e de ordens de valores, todos inspirados no ideal cristão da santidade”, salienta o prelado lembrando que esta peregrinação “não é uma fuga das realidades concretas do dia a dia. é antes um retomá-las todas à luz da Páscoa de Cristo”.
Durante os domingos da Quaresma o patriarca fará, na Sé, uma catequese quaresmal sob o tema ” a Caridade é a plenitude da Lei” (Rom. 13,10). “Isso levar-nos-á a uma meditação sobre a Lei de Deus, referência fundamental para esta peregrinação interior dos cristãos, no contexto concreto da sociedade em que vivemos e que nós queremos iluminar com a luz de Cristo”, adianta.
Como habitualmente, e agora motivados pela Carta Encí­clica de Sua Santidade o Papa Bento XVI, “Deus Caritas est”, os cristãos da Diocese de Lisboa são convidados a renunciarem a parte do que têm, em favor de outras Igrejas mais pobres. a “Renúncia Quaresmal” de 2005 destinou-se à constituição de um fundo diocesano de ajuda inter-eclesial, para atender os numerosos pedidos de ajuda que chegam de todo o mundo.
“Não havendo nenhum pedido que justifique ser destinatário único da “Renúncia” de 2006, vamos mantê-la no mesmo quadro de reforço do “Fundo Diocesano de ajuda Inter-Eclesial””, aponta o cardeal.
as prioridades de ajuda vão para a construção da Maternidade-Escola em Dili (Timor), agora em processo rápido de construção civil e já em preparação dos projectos de equipamento; ajuda à nova diocese do Mindelo (Cabo-Verde); ajuda à diocese de Palai (Índia), que está a ajudar a diocese de Lisboa com o envio de sacerdotes (são esperados mais dois este ano).

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