é preciso arranjar soluções para combater o desemprego em Portugal.com os números na mão e, preocupados com a situação, debatem-se responsabilidades e procuram-se iniciativas durante as Semanas Sociais.
é preciso arranjar soluções para combater o desemprego em Portugal.com os números na mão e, preocupados com a situação, debatem-se responsabilidades e procuram-se iniciativas durante as Semanas Sociais. Há 500 mil desempregados em Portugal. Uma situação que preocupa a Igreja que debate este ano, de 9 a 12 de Março, nas Semanas Sociais o tema Uma sociedade criadora de emprego.
Para o presidente da Comissão Episcopal do Laicado e Família (CELF), o bispo auxiliar do Porto, antónio Carrilho a sociedade portuguesa vive verdadeira emergência’ nacional, perante os números que acabam de ser divulgados pelo INE: quase 500 mil desempregados, o número mais elevado desde há 20 anos e com tendência para aumentar.
a questão do emprego/desemprego não é, para este responsável, uma questão pontual: tem a ver com o modelo de sociedade que temos e a forma de integrar e relacionar os agentes económicos, tendo em atenção a dignidade humana, do homem e da mulher, e o valor da família, como célula base da Sociedade. E nestes domínios, a Igreja aponta princípios e apresenta projectos, capazes de mobilizar e comprometer o Laicado.
Nestas semanas sociais não se quer que seja uma reflexão meramente académica e talvez desresponsabilizadora, sossegando-se as consciências com a atribuição das responsabilidades ao ‘sistema’ ou a terceiros, salienta o presidente da Comissão Coordenadora das Semanas Sociais, Manuel Porto.
O drama do desemprego exige de cada um nós que, na medida das nossas possibilidades, tome iniciativas capazes de levar à criação de novas oportunidades.
Sendo uma obrigação moral face aos nossos concidadãos, é aberta assim uma possibilidade magnífica de realização e satisfação pessoal, com a concretização de projectos nos âmbitos empresarial, da educação ou ainda por exemplo da saúde ou da assistência social; enriquecendo-se a sociedade com a imaginação e a diversidade dos contributos de cada um, salienta.
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