O ano passado morreram menos migrantes nas travessias marí­timas e a quantidade de chegadas à Europa por mar continuou a baixar, segundo dados do alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados
O ano passado morreram menos migrantes nas travessias marí­timas e a quantidade de chegadas à Europa por mar continuou a baixar, segundo dados do alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados O número de migrantes mortos ou dados como desaparecidos a tentar cruzar o mar Mediterrâneo baixou 28 por cento em 2018, em comparação com o ano anterior, segundo o último relatório divulgado pelo alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (aCNUR). Em relação ao índice de chegadas, foram registadas cerca de 113 mil, o que significa uma diminuição comparativamente com as 172 mil verificadas em 2017, e uma queda drástica em relação ao pico de 2015, quando mais de um milhão de migrantes alcançou as costas europeias. a Espanha converteu-se o ano passado na principal porta de entrada da Europa, com 55 mil chegadas por mar (em 2017 tinha registado 22 mil). Já em Itália, onde o governo fechou os seus portos aos barcos humanitários, registou 23 mil chegadas, em comparação com as 119 mil do ano anterior. Para o aCNUR, em 2019 é essencial que se ponha fim ao atual enfoque barco por barco, pelo que exorta os Estados a desenvolverem um mecanismo regional que dê aos capitães dos barcos diretivas claras e previsíveis sobre o local onde podem desembarcar os refugiados e migrantes socorridos no Mediterrâneo.

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