Processo desencadeado em 2017 foi oficializado no início deste ano. Os dois países justificam a medida com o alegado sentimento anti-Israel por parte da organização das Nações Unidas
Processo desencadeado em 2017 foi oficializado no início deste ano. Os dois países justificam a medida com o alegado sentimento anti-Israel por parte da organização das Nações Unidas a saída dos Estados Unidos da américa (EUa) e de Israel da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) tornou-se efetiva esta terça-feira, 1 de janeiro, e foi o culminar de um processo desencadeado em outubro de 2017. a decisão dos dois países assenta no pressuposto que a organização alimenta um sentimento anti-Israel. a intenção de abandonar a UNESCO havia sido anunciada a 12 de outubro de 2017 pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, horas antes do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, manifestar publicamente o mesmo desejo. Na ocasião, a administração Trump invocou preocupações com os atrasos crescentes na UNESCO, a necessidade de uma reforma fundamental da organização e o permanente preconceito anti-Israel. E os israelitas fizeram saber que não fazia sentido o país fazer parte de uma organização cujo objetivo seja deliberadamente agir contra Israel. Nos últimos anos, a UNESCO aprovou várias resoluções muito criticadas por Israel, nomeadamente textos que omitem a vinculação judaica à denominada Esplanada das Mesquitas de Jerusalém, e a inclusão da a Cidade Velha de Hebrón (Palestina) na Lista de Património Mundial.

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