O acesso à rede digital e o envio de mensagens por telemóvel não vai ser possível até à divulgação dos resultados provisórios das eleições gerais. Medida apanhou cidadãos e instituições de surpresa
O acesso à rede digital e o envio de mensagens por telemóvel não vai ser possível até à divulgação dos resultados provisórios das eleições gerais. Medida apanhou cidadãos e instituições de surpresaas autoridades da República Democrática do Congo (RDC) bloquearam a internet e o envio de mensagens por telemóvel até ao próximo dia 6 de janeiro, dia em está previsto o anúncio oficial dos resultados provisórios das eleições gerais realizadas a 30 de dezembro. a medida entrou em vigor um dia após o sufrágio e apanhou todos de surpresa. Segundo Kikaya bin Karubi, um dos conselheiros do ainda Presidente Joseph Kabila, o bloqueio tem como objetivo preservar a ordem pública, depois de alegadamente terem começado a circular resultados fictícios que poderiam conduzir o país ao caos. Mas a oposição faz outra leitura. Considera a medida um atentado à liberdade e acusa o poder cessante de conspirar para garantir a vitória do seu candidato, o antigo ministro do interior, Emmanuel Shadari, face aos opositores Martin Fayulu (apontado como favorito) e Félix Tshisekedi. Entretanto, a União Europeia e os Estados Unidos da américa emitiram um comunicado conjunto a pedir às autoridades congolesas que desbloqueiem a rede internet, o acesso aos media, e o acesso dos observadores ao centro de compilação dos resultados eleitorais.

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