Os santuários são, hoje, “espaços funcionais” para “acolher e formar a comunidade”, defendeu Frei Morgado Lopes, na abertura das jornadas de acolhimento que terminam hoje.
Os santuários são, hoje, “espaços funcionais” para “acolher e formar a comunidade”, defendeu Frei Morgado Lopes, na abertura das jornadas de acolhimento que terminam hoje. Contemplar como Francisco, acolher como Jacinta, dar-se como Lúcia, princípios enumerados por Frei Morgado Lopes durante a conferência de abertura “O santuário na Bíblia” das Jornadas de acolhimento “O santuário: iniciativa divina em favor dos homens” que decorrem este fim-de-semana em Fátima.
O orador, religioso franciscano capuchinho enumerou estes três pontos para os salientar como exemplo a seguir, “porque deve ser a ordem pela qual devem ser interiorizados em nós”.
Morgado Lopes defendeu a importância do acolhimento, algo de moderno, nas sociedades ocidentais, apontando que pressupõe por parte de quem ausculta, tempo para ouvir as razões do outro e diálogo com ele.
Hoje, “em rigor, os santuários não são lugares sagrados, no sentido bí­blico”, apontou o orador. Os santuários são hoje “espaços funcionais” para “acolher e formar a comunidade”, local este que, em determinado momento se pode tornar “casa de Deus e de salvação”, no sentido bí­blico de encontro com Deus.
Os santuários servem ainda, segundo Lopes Morgado, para “facilitar o encontro e comunicação com Deus e as maravilhas da sua misericórdia”, além de servirem para “evangelizar a vida”, ou seja “é bom que as pessoas saibam porquê devem adorar a Deus no Espírito de verdade”.

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