ações visam ajudar os camponeses moçambicanos a preservar os alimentos depois das colheitas, uma fase em que se costuma perder um terço da produção
ações visam ajudar os camponeses moçambicanos a preservar os alimentos depois das colheitas, uma fase em que se costuma perder um terço da produção Os agricultores moçambicanos vão receber formação para preservarem os alimentos depois das colheitas e evitarem o desperdício, no âmbito de um projeto conjunto desenvolvido pelo Programa alimentar Mundial (PaM) e a Cooperação Suíça. Pelo menos dois mil pequenos agricultores da província de Tete serão capacitados em matérias de gestão e manuseamento pós-colheita de cereais e leguminosas, incluindo o uso de armazenamento hermético, assegurou Karin Manente, diretora nacional e representante do PaM no país. Segundo a responsável, as perdas pós-colheitas constituem uma das principais faces da insegurança alimentar no país: mais de 30 por cento da produção perde-se nas semanas seguintes à colheita, devido à falta de condições do armazenamento doméstico e a práticas inadequadas de lavoura. Para minimizar as perdas, os agricultores são forçados a vender os seus produtos a preços baixos, logo após a colheita, mas depois têm que comprar comida a preços muito mais altos, o que prende as famílias a ciclos de pobreza e fome, sublinhou Manente, acrescentando que o novo programa de formação pretende contrariar este ciclo.

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