Candidato à sucessão de Joseph Kabila na presidência é uma das 14 personalidades acusadas pela União Europeia de violação dos direitos humanos. Os visados têm os ativos congelados e estão proibidos de viajar para o espaço comunitário

Candidato à sucessão de Joseph Kabila na presidência é uma das 14 personalidades acusadas pela União Europeia de violação dos direitos humanos. Os visados têm os ativos congelados e estão proibidos de viajar para o espaço comunitário
a União Europeia (UE) decidiu prolongar até dezembro de 2019 as sanções contra 14 responsáveis da República Democrática do Congo (RDC) acusados de violação dos direitos humanos, entre eles o favorito do atual Presidente nas próximas eleições presidenciais. Emmanuel Shadary, designado este ano como candidato do partido no poder para a sucessão de Joseph Kabila nas próximas eleições presidenciais de 23 de dezembro, foi ministro do Interior entre dezembro de 2016 e fevereiro de 2018. a UE considera-o um dos responsáveis pela detenção de opositores e da violenta repressão contra as manifestações registadas entre janeiro e fevereiro de 2017, em Kinshasa. Em maio de 2017, o nome de Emmanuel Shadary figurava entre os nove responsáveis pela segurança congolesa que a UE juntou à sua lista de sete pessoas sancionadas depois da violência registada em setembro de 2016. Dois destes nomes foram entretanto transferidos para uma lista da ONU. as sanções aplicadas pelo executivo comunitário consistem na congelação de ativos e na proibição de viajar para os países da União Europeia.

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