Numa altura em que se assiste ao crescimento de discursos de ódio, o «Fórum da coragem» vai dar voz a organizações que lidam com refugiados e a defensores de direitos humanos que foram presos ou são perseguidos por serem ativistas
Numa altura em que se assiste ao crescimento de discursos de ódio, o «Fórum da coragem» vai dar voz a organizações que lidam com refugiados e a defensores de direitos humanos que foram presos ou são perseguidos por serem ativistasO Fórum da coragem arranca na próxima sexta-feira, 7 de dezembro, no Museu das Comunicações, em Lisboa, prolongando-se até ao domingo seguinte, dia 9, para assinalar os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. ao longo de três dias, os participantes vão poder envolver-se em debates, palestras, exposições e outras dinâmicas, sempre sob o lema Pela coragem e pelos direitos humanos.
a iniciativa será uma ocasião para escutar o testemunho de um jovem que atravessou um continente com a esperança de chegar a um local para construir um futuro para ele e para a sua família. Intervirá também uma mulher que lidera um movimento de ativistas na Turquia, e que devido ao seu trabalho de defesa dos direitos humanos foi presa durante 113 dias, mas que não foi por causa disso que ficou em silêncio, continuando a agir.
O Fórum da coragem é organizado pela amnistia Internacional, e prevê a realização do debate Eu acolho os refugiados. além disso, terá lugar a assembleia Geral dos membros da amnistia Internacional e a Cimeira da Coragem na defesa dos direitos humanos. Esta última reunirá ativistas e defensores de direitos humanos de vários países do mundo que vão dar o seu testemunho de coragem. Simultaneamente, terá lugar uma feira de direitos humanos, informam os organizadores do evento, em comunicado.

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