alterações climáticas deixaram milhões de pessoas sem meios de subsistência e a situação pode piorar nos próximos meses. No Zimbabwe e em Madagáscar há já vários distritos em situação de emergência
alterações climáticas deixaram milhões de pessoas sem meios de subsistência e a situação pode piorar nos próximos meses. No Zimbabwe e em Madagáscar há já vários distritos em situação de emergência O gabinete das Nações Unidas para os assuntos Humanitários (OCHa, na sigla em inglês) estima que 9,6 milhões de pessoas enfrentam uma grave situação de insegurança alimentar na região da África austral nesta época de escassez, que se pode agravar nos próximos meses devido ao fenómeno El Nino. Só o Malawi registou um aumento de 1,1 milhões de pessoas em dificuldades no período que começou em outubro do ano passado e termina em abril de 2019. E no Zimbabwe e Madagáscar, há pelo menos cinco distritos que já enfrentam níveis de emergência de insegurança alimentar por a população ter perdido os seus meios de subsistência. as previsões apontam para que as chuvas estejam abaixo da média em áreas que incluem o sul de Moçambique, um dos seis países com maior risco de ser afetado, a par da Suazilândia, Lesoto, Madagáscar, Malawi e Zimbabwe.com a insegurança alimentar aumentam também os riscos de doença, como a cólera, que aumentou significativamente na África austral, sobretudo no Zimbabwe, Tanzânia e Moçambique. Outras doenças transmissíveis como a peste, o sarampo e a hepatite E continuam a ter impacto nos países da região, onde se apresenta alto risco de propagação do ébola na República Democrática do Congo, alerta a agência da ONU.

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