Campanha de recolha de alimentos do Banco alimentar vai realizar-se dias 1 e 2 de dezembro, com os promotores desta ação a pedir para que a quantidade de doadores não decresça
Campanha de recolha de alimentos do Banco alimentar vai realizar-se dias 1 e 2 de dezembro, com os promotores desta ação a pedir para que a quantidade de doadores não decresça Mais de 42 mil voluntários vão estar nos próximos dias 1 e 2 de dezembro em superfícies comerciais portuguesas para reunir os bens alimentares doados pelos clientes daqueles espaços. as ofertas dos consumidores serão entregues pelos Bancos alimentares às instituições de solidariedade, que as distribuirão pelos mais pobres.

a iniciativa volta a apelar à solidariedade de todos os portugueses, reforçando a importância da solidariedade e o valor do gesto da partilha no combate à fome, referem os serviços de comunicação do Banco alimentar, adiantando que o número dos que precisam continua a aumentar, e que por isso, o número dos que contribuem não pode diminuir. a ação terá lugar em estabelecimentos de Lisboa, Porto, Évora, Coimbra, aveiro, abrantes, Setúbal, Cova da Beira, Leiria-Fátima, Oeste, algarve, Portalegre, Braga, Santarém, Viseu, Viana do Castelo, Beja, Castelo Branco, açores e Madeira.

No primeiro fim de semana de dezembro, os consumidores vão poder encontrar nos estabelecimentos comerciais voluntários dos Bancos alimentares, devidamente identificados. Para aderir à campanha basta aceitar um saco do Banco alimentar e nele colocar bens alimentares para partilhar com quem mais precisa. Exemplos de produtos a doar são leite, conservas, azeite, óleo, arroz, açúcar, farinha, bolachas e massas.

Para aqueles que não têm a oportunidade de se deslocarem a um supermercado, mas que desejam contribuir para a campanha, há a possibilidade de doar alimentos para quem mais precisa através da Internet, entre os dias 29 de novembro e 9 de dezembro. Simultaneamente, vai decorrer a campanha ajuda vale, que leva às caixas dos hipermercados vales de produtos, como azeite, leite, óleo, salsichas e atum, que depois de adquiridos tornam-se em dádivas para os mais carenciados. De acordo com os promotores da campanha mais de 400 mil pessoas recebem ajuda alimentar.

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